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Revisora

Alexandre Braga
Artista Gráfico

Débora de Aquino
Editora

 
Elifas Andreato

ELIFAS VICENTE ANDREATO
Desenhista, Cenógrafo, Jornalista
Nascimento: 1946. Rolândia/PR. Brasil.

Formação:

Autodidata.

Biografia:

Artista gráfico, cenógrafo e jornalista, nasceu em Rolândia (PR), em 1946. Iniciou sua carreira aos 14 anos de idade, quando, trabalhando como torneiro mecânico para a Fiat Lux, começou a pintar painéis que decoravam o salão de festas dos bailes de sábado. Aos 18 anos foi para a TV Record como assistente de cenografia do programa Eu Show Luís Vieira. Contratado em 1967 como estagiário na Editora Abril, trabalhou nas revistas Cláudia, Manequim, Quatro Rodas e Realidade. No ano seguinte tornou-se diretor de arte do núcleo de fascículos femininos, sendo responsável por Mãos de Ouro. Sob comando de Silvana Civita, foi diretor de arte de Bom Apetite, coleção cuja tiragem chegou a 1 milhão de exemplares por semana. Diretor de arte da Abril Cultural, em 1970, participou da criação da revista Placar e da coleção História da Música Popular Brasileira. Ainda na década de 70, fundou o semanário Opinião, com Raimundo Pereira e Fernando Gasparian. Fez também o semanário Movimento e a revista Argumento, junto com grandes intelectuais brasileiros, entre eles Fernando Gasparian, Pedro Paulo Poppovic, Fernando Henrique Cardoso, Francisco Weffort, Antonio Candido e Paulo Emílio Sales Gomes. Em 1978, voltou para a Editora Abril para editar as capas da revista Veja e fazer a reestruturação e modernização gráfico-visual da publicação. Iniciou, em 1974, o trabalho de programador visual para peças teatrais, destacando-se Caminho de Volta, de Consuelo de Castro; Equus, de Peter Shofers; Ricardo III, de Shakespeare, Mortos Sem Sepultura, de Jean-Paul Sartre, A Morte de Um Caixeiro Viajante, de Arthur Miller; Ponto de Partida, de Gianfrancesco Guarnieri; Murro em Ponta de Faca, de Augusto Boal; Muro de Arrimo, de Carlos Queiroz Telles; Navalha na Carne, de Plínio Marcos; Escola de Mulheres, de Molière. Ainda neste período, destacou-se como criador de capas de discos para os mais importantes nomes da MPB. O trabalho de capista continuou durante a década de 80, com destaque para discos de Chico Buarque (Ópera do Malandro, Almanaque e Vida), Vinicius de Moraes e Toquinho (Arca de Noé 1 e 2, Um Pouco de Ilusão), Toquinho (Aquarela, Casa de Brinquedo), Clara Nunes, Paulinho da Viola (Zumbido, Amor e Natureza, Nervos de Aço, Cantando e Chorando, Prisma Luminoso, Eu Canto Samba e Bebadosamba), João Bosco (Essa é Sua Vida e Bandalhismo), Egberto Gismonti, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, entre outros. Entre os Prêmios Sharp de Música e os outorgados pela Associação dos Produtores de Discos, recebeu 24, concedidos a capas de discos. O mais recente, em 1997, Prêmio Sharp de Música, pela criação da capa do CD Bebadosamba, de Paulinho da Viola. Foi responsável pelas capas da coleção Academia Brasileira de Música e Sambas Enredos, uma seleção dos cem maiores sambas de todos os tempos, para a Sony Music do Brasil. Criou e organizou, junto com a TV Globo, a Primeira Semana Elis Regina e a Semana de Arte Paulista. Também na TV Globo foi cenógrafo do “Som Brasil”. Cenografou e dirigiu espetáculos musicais, entre eles o 50º Aniversário da Semana de Arte Moderna, em 1972, com a participação de Luiz Gonzaga, Martinho da Vila, Milton Nascimento e Paulinho da Viola. Fez cenários para a Semana do Brasil em Roma, com a participação de Chico Buarque, Paulinho da Viola, João Nogueira. Foi responsável pelos textos, cenários e figurinos para o espetáculo infantil Casa de Brinquedos, prêmio de melhor texto e melhor cenário da APCA. Outros trabalhos de destaque são: direção e cenários para os espetáculos Cores do Brasil, realizado em Paris a convite do ministro da Cultura Celso Furtado, com a participação de Chico Buarque, Maria Bethânia, Gal Costa, Fafá de Belém, Paulo Moura, Baden Powell, Milton Nascimento, Djavan, Gilberto Gil, Alceu Valença, Moraes Moreira e Luiz Gonzaga. Direção de arte e cenários para os especiais premiados no exterior Vinicius para Crianças e Arca de Noé. Textos, cenários, figurinos e direção de arte para o especial realizado pela TV Globo, Canção de Todas as Crianças, e para a peça Canção dos Direitos da Criança, publicada em livro em 1999. Sob sua direção, a empresa Elifas Andreato Comunicação Visual desenvolve, desde 1980, trabalhos em diversas áreas culturais. Nos anos 90, seu trabalho se volta para a área editorial, tornando-se responsável pelas coleções MPB Compositores e História do Samba, ambas lançadas pela Editora Globo. Nesta última, comandou uma equipe de pesquisadores e redatores, responsáveis pelo resgate de 80 anos de história da nossa música. Além de recolher e organizar preciosas informações, a coleção ainda foi responsável pela seleção e restauro de cerca de 2.500 imagens e 600 gravações, em sua maioria, originais. Outra atuação importante foi a participação no Projeto Memória, em 1998, 1999 e 2002. Patrocinados pela Fundação Banco do Brasil e pela Odebrecht, foram criadas três exposições itinerantes. A primeira, O Brasil Encantado de Monteiro Lobato homenageou o escritor no ano do cinqüentenário de sua morte. Montada em cinco capitais do país, a exposição foi visitada por mais de um milhão de pessoas, e recebeu os prêmios Aberje 1999, Nacional e Regional, na categoria Projetos Institucionais. Notícias de Rui Barbosa, um brasileiro legal foi montada em 1999 e percorreu seis capitais do país, tornando-se mais um êxito de público. Em 2002, repetiu-se o sucesso com a exposição JK – Cem Anos. Em 2003, no Sesc São Carlos, produziu o evento O Samba em Verso e Prosa, que contou a história do gênero musical através de shows, debates e uma grande exposição com seus trabalhos e imagens históricas. Atualmente, Elifas Andreato é responsável pela revista Almanaque Brasil de Cultura Popular¸ publicação mensal que circula a bordo dos vôos da TAM. Com 100 mil exemplares/mês e um público leitor estimado em 300 mil pessoas/mês, a revista divulga aspectos da cultura e da história do Brasil. (Fonte: Currículo Pessoal)

Cronologia:


• 1946: Nasce, em Rolândia-PR.
• 1960: Inicia a carreira como pintor de painéis, na empresa Fiat Lux, onde trabalhava como torneiro mecânico.
• 1964: Vai para a TV Record, onde trabalha como assistente de cenografia do programa Eu Show Luís Vieira..
• 1967: É contratado como estagiário na Editora Abril, onde trabalha nas revistas Cláudia, Manequim, Quatro Rodas e Realidade.
• 1968: Na Editora Abril, assume a função de diretor de arte do núcleo de fascículos femininos, sendo responsável por Mãos de Ouro. Foi ainda, diretor de arte de Bom Apetite.
• 1970: Diretor de arte da Abril Cultural, participa da criação da revista Placar e da coleção História da Música Popular Brasileira.
• 1970: Durante a década de 70, é um dos fundadores dos semanários Opinião e Movimento e da revista Argumento.
• 1972: Dirige a faz a cenografia do espetáculo musical do 50º Aniversário da Semana de Arte Moderna.
• 1974: Inicia o trabalho de programador visual para peças teatrais.
• 1974: Inicia o trabalho de capista.
• 1978: Retorna à Editora Abril, para editar as capas da revista Veja e fazer a reestruturação e modernização gráfico-visual da publicação.
• 1997: Recebe o Prêmio Sharp de Música, pela criação da capa do CD Bebadosamba, de Paulinho da Viola.
• 1998: Participa do Projeto Memória, patrocinados pela Fundação Banco do Brasil e pela Odebrecht, com a exposição itinerante O Brasil Encantado de Monteiro Lobato (prêmios Aberje 1999, Nacional e Regional, na categoria Projetos Institucionais).
• 1999: Participa do Projeto Memória, patrocinados pela Fundação Banco do Brasil e pela Odebrecht, com a exposição itinerante Notícias de Rui Barbosa, um brasileiro legal.
• 1999: Sai em livro a peça Canção dos Direitos da Criança (Teatro Infantil).
• 2002: Participa do Projeto Memória, patrocinados pela Fundação Banco do Brasil e pela Odebrecht, com a exposição itinerante JK – Cem Anos.
• 2003: Produz o evento O Samba em Verso e Prosa, no Sesc São Carlos-SP.

Obras:


Bibliografia:
• Almanaque Brasil de Cultura Popular
• Canção dos Direitos da Criança (Teatro Infantil)
• Casa de Brinquedos (Teatro Infantil) (prêmio de melhor texto e melhor cenário da APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte).
• Coleção História do Samba (Editora Globo)
• Coleção MPB Compositores (Editora Globo)
Capista (Ilustração para Capas de Discos):
• Chico Buarque (Ópera do Malandro, Almanaque e Vida)
• Clara Nunes
• Egberto Gismonti
• João Bosco (Essa é Sua Vida e Bandalhismo)
• Martinho da Vila
• Paulinho da Viola (Zumbido, Amor e Natureza, Nervos de Aço, Cantando e Chorando, Prisma Luminoso, Eu Canto Samba e Bebadosamba)
• Toquinho (Aquarela, Casa de Brinquedo)
• Vinicius de Moraes e Toquinho (Arca de Noé 1 e 2, Um Pouco de Ilusão)
• Zeca Pagodinho
• Coleção Academia Brasileira de Música
• Coleção Sambas Enredos (Sony Music do Brasil)
Direção de Arte:
• Coleção História da Música Popular Brasileira (Abril Cultural)
Programação Visual para Teatro:
• Caminho de Volta, de Consuelo de Castro
• Equus, de Peter Shofers
• Escola de Mulheres, de Molière
• Morte de Um Caixeiro Viajante, A; de Arthur Miller
• Mortos Sem Sepultura, de Jean-Paul Sartre
• Murro em Ponta de Faca, de Augusto Boal
• Muro de Arrimo, de Carlos Queiroz Telles
• Navalha na Carne, de Plínio Marcos
• Ponto de Partida, de Gianfrancesco Guarnieri
• Ricardo III, de Shakespeare

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