instituto brasileiro arte e cultura
2016 - ano martins pena

Martins Pena
 
017
 
 
 
 
 
Aurélio Juruba

Prezados Amigos

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A boa educação adquirida nos diversos recintos etílicos de minha longa estrada, ensina-me a assim me portar cada vez que me apresento em novos ambientes e companhias. Alvíssaras a toda a comunidade IBAC.
Chama-me o dever! Um convite para desfrutar conhecimentos e histórias de gargalo e botequim, mais que petição é ordem.
E quão realizado me sinto! Há anos defendo a tese de que boteco é cultura, cachaça é memória (às vezes falta de) e pileque é arte. No caldeirão cultural tupiniquim, bagaceiras lusitanas fundem-se desde tempos imemoriais aos mais diversos fermentados de origem afro-ameríndia.
Vez por mês estarei aqui, um vosso criado, a desfilar mal traçadas linhas que conduzam à origem dos sabores diversos dos prazerosos tragos nossos de cada dia (e noite). A navegar vocábulos que levem às histórias de botequins, personagens e tradições que envolvem a nobre arte de tomar umas e outras.
Tentarei (se o teor assim o permitir) presentear os amigos leitores com descrições que comprovem a importância da bebericagem por estas terras. Ato responsável desde a celebração de chegada e partida de nossos entes queridos, até as comemorações cívicas, ludopédicas, enciclopédicas e que tais.
Cultura sim. De valia e grandeza. Que, humildemente, tentaremos legar doravante aos novíssimos e estimados amigos.
Abraços e até mais. Que a noite se faz longa e a garganta pede a saideira.

Aurélio Juruba é PHD em cachaça e bebum profissional.
Pesquisador de Cultura Popular Brasileira.

28 de março de 2007

 


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